• Rayne Oliveira

A MELHOR DO MUNDO: MEGAN RAPINOE


Foto: Divulgação/Fifa


Nesta segunda-feira (23), foi realizada a cerimônia The Best Fifa, no Teatro Scala, em Milão. A americana de 34 anos, foi eleita a melhor jogadora do mundo, superando a compatriota Alex Morgan e a britânica Lucy Bronze.


A jogadora conhecida por defender a igualdade no futebol e o combate à homofobia e o racismo, obteve destaque na Copa do Mundo Feminina, onde se consagrou tetracampeã com a seleção dos Estados Unidos. Em sete jogos, a atacante marcou seis gols, sendo eleita a melhor jogadora do mundial.


Gianni Infantino, presidente da FIFA, antes de anunciar o prêmio para Megan, anunciou que as mulheres estão autorizadas a assistirem partidas de futebol no Irã.


Mesmo assim em seu discurso, Rapinoe destacou a importância do futebol feminino, também lembrou dos casos de racismo vividos pelo inglês Raheem Sterling, do Manchester City, e pelo senegalês Kalidou Koulibaly, do Napoli, além do caso da garota iraniana Sahar Khodayari, que ateou fogo no próprio corpo após ser condenada por entrar em um estádio, para assistir à uma partida de futebol, e das incontáveis jogadoras LGBT que lutam todos os dias.


“Essas histórias me inspiram e me entristecem,seria excelente se todos se posicionassem contra racismo, homofobia e a favor da igualdade salarial. Temos a oportunidade no futebol de usar esse jogo para mudar o mundo para melhor”, afirmou a jogadora.


No ano passado, o The Best de melhor jogadora da temporada foi dado à brasileira Marta, recordista com seis troféus na carreira; em 2019, a camisa 10 do Brasil não foi indicada, mas foi lembrada como parte da seleção do ano no futebol feminino.

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