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EURO HISTÓRICA! SUIÇA VEM FORTE PARA AS QUARTAS


Foto: Divulgação / Facebook Uefa Euro

Após as rodadas pela fase de grupos, a UEFA Euro 2020 (disputada em 2021 devido a pandemia) demonstra mais emoção aos torcedores e fãs a cada mata-mata. Pelas oitavas de final uma grata surpresa apareceu: a Suíça aprontou pra cima da França e conseguiu avançar às quartas de final nos pênaltis.


Em uma partida maluca, que começou com os suíços abrindo o placar diante dos atuais campeões mundiais, aconteceu de tudo! Após a França empatar e virar o jogo, parecia que os poderosos iriam fazer os adversários tremerem, e ainda veio o terceiro tento no jogo, marcado por um lindo gol de Pogba (forte candidato a gol mais bonito do torneio).


Mas o futebol (ah... o futebol!) proporciona gratas surpresas, e na tarde desta segundona (28/06) não foi diferente. Haris Seferović diminuiu a conta aos 81 minutos, e quando tudo parecia perdido, o artilheiro Mario Gavranović driblou toda a zaga após contra ataque puxado com eficiência e matou o goleiro Lorris, colocando no canto esquerdo. Era o empate e a decisão foi para as penalidades máximas.


Na "loteria", quis o destino que a sorte fosse do país famoso por seus chocolates deliciosos, e certamente o gosto após a decisão foi pra lá de doce... Quem brilhou foi o goleiro Yann Sommer, que fez a única defesa do suado duelo, após chute de Mbappé (com atuação apagadíssima na partida, por sinal). A agilidade do arqueiro garantiu a histórica classificação do time suíço, que jamais havia se classificado além das oitavas em todas as Eurocopas.


Com ou sem trocadilhos, se a Suíça também é a terra do relógio, ele jogou contra os atletas durante todo o segundo tempo, o 3 x 1 contra parecia irreversível, mas eles superaram o tempo, o cansaço físico/mental e as expectativas, proporcionaram um êxtase incrível na torcida local e encanto nos amantes do bom futebol.


O empate em 3 x 3 e vitória por 5 x 4 no penais mostra que o futebol ainda respira em sua essência de ser o esporte mais imprevisível do planeta, e também de que já era tempo da hegemonia francesa ruir perante a um time muito organizado e frio (apenas na estratégia, porque o coração tende a aquecer cada vez mais).