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MAIS UM EXEMPLO EUROPEU: KEPA É MULTADO PELO CHELSEA


Foto: Reprodução/Twitter

Na Europa, segue tudo na normalidade. Pelo menos em relação às regras desportivas. Não é de hoje que a aplicação da disciplina entre os clubes europeus é impecável e invejável para os do Brasil e mais uma vez um bom exemplo foi dado.


Após ver a sinalização de que seria substituído por Caballero, o goleiro Kepa Arrizabalaga gesticulou de forma acintosa, mostrando o seu descontentamento com a alteração e provocando a fúria do técnico Maurizio Sarri, que "obedeceu" a vontade do arqueiro e deixou-o em campo, mas sobre total revolta.


A confusão ocorreu no último domingo, durante a partida entre Chelsea e Manchester City, válida pela grande final da Copa da Liga Inglesa, um pouco antes da disputa por penalidades máximas. Kepa ainda defendeu uma cobrança, mas viu seu time ser derrotado nos penais por 4 a 3 e ser vice-campeão.


No dia seguinte, o Chelsea anunciou que irá multar o jogador pela atitude anti-desportiva. O valor equivale a uma semana de salário e será destinado ao departamento social do clube. Como se pode perceber, a diretoria dos Blues agiu rápida e precisamente, atingindo o que mais dói: no bolso. Por possuir milhões, o clube inglês naturalmente não vai comemorar tanto o pequeno débito no salário de Kepa, tanto é que a quantia será doada para outro setor que não o do time profissional, mas não é o dinheiro apenas que conta e sim a atitude da instituição. Todos precisam agir da mesma forma, de modo a evitar contratempos como esse.


Dentro e fora de campo, que ordena é o treinador da equipe, que representa uma figura de respeito e subordinação total. É ele quem altera o time, utiliza ou não as peças do elenco, comanda treinos e faz com os atletas atuem em conjunto de acordo com seu estilo de futebol. A multa aplicada a Kepa é um alerta para ele e todos os demais jogadores, demonstrando que o Chelsea possui regras de hierarquia e as tais devem ser obedecidas.


Se um terço deste comportamento da cultura europeia fosse adotado em solo brasileiro, não teríamos inúmeros casos de insubordinação entre os jogadores e o treinador da equipe, como as "birras" de Nenê ao não atuar como titular ou ser substituído e as exaltações de Neymar, quando ainda jogava pelo Santos, com o ex- técnico do time praiano Dorival Júnior. O Brasil realmente está atrasado em muitos aspectos.

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