• Bruno Cardoso

MENOS DE 3 MESES PARA A COPA DO MUNDO DE FUTEBOL FEMININO QUE PROMETE SER A MAIOR DE SUA HISTÓRIA

Grandes patrocinadores, ingressos esgotados, e expectativa enorme em ano que o futebol feminino ganha espaço no Brasil


Foto: Divulgação Twitter Nike

Pouco menos de um ano do fiasco na Copa do Mundo da Rússia, protagonizada pela seleção brasileira de futebol masculino, comandada pelo técnico Tite e liderada pela criticada atuação de Neymar, se engana quem pensa que o brasileiro não quer pensar em Copa ainda. A menos de três meses da oitava edição da Copa do Mundo de Futebol Feminino, as nações já demonstram expectativa e ansiedade pelo evento que promete ser o maior de sua história, e que vem ganhando muito espaço no Brasil, assim como vem sendo apresentado aqui na De Prima.


Enquanto a bola não rola em campo, os bastidores seguem agitados, recordes sendo quebrados e novidades históricas. As vendas de ingressos já atingiram em menos de 24 horas 590 mil dos 1,3 milhões de ingressos disponíveis, esgotando as cadeiras para o jogo de abertura entre a dona da casa França e a Coreia do Sul, e os jogos das semifinais e finais.


O evento que vem sendo enaltecido pela mídia e pelos patrocinadores de uma maneira nunca vista antes, atraindo até a atenção da Rede Globo para transmissão dos jogos, e outro grande exemplo disso foi o evento promovido pela Nike na França, onde apresentou o uniforme das 14 seleções que está patrocinando, sendo a primeira vez que a empresa fez materiais exclusivos para as mulheres na disputa do Mundial, com a ajuda de atletas para desenvolver o material, onde camisa da seleção brasileira se destacou com a frase "Mulheres Guerreiras do Brasil".


"Nós vemos isso (o lançamento das camisas) como o próximo capítulo para apoiar, celebrar e elevar atletas do sexo feminino", ratificou a vice-presidente da Nike, Amy Montagne, em entrevista cedida à agência Reuters.


Aproveitando o evento, a marca anunciou outra novidade para o futebol feminino, um patrocínio de três anos com a Uefa para a categoria, sendo fornecedora da Liga dos Campeões e da Euro na disputa entre mulheres. Os anúncios foram feitos apenas alguns dias depois da corrente Adidas lançar um manifesto a favor de pagamentos similares entre homens e mulheres no esporte.


Outra novidade ficou por conta do presidente do Comitê de Arbitragem da Fifa, Pierluigi Collina, que informou a comissão organizadora da Copa do Mundo Feminina sobre o trabalho que vem sendo realizado para implantar o uso do VAR (árbitro de vídeo) durante a competição.


O Brasil está no Grupo C, ao lado de Itália, Jamaica e Austrália, e a estreia será no dia 9 de junho, contra os jamaicanos.

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