• Bruno Nunes

OS DESAFIOS DA SELEÇÃO MASCULINA DE VÔLEI EM 2019


foto:Reuters

Após um ano frustrante, em que a seleção masculina de vôlei amargou um quinto lugar na Liga das Nações, e uma derrota para a Polônia na final do Campeonato Mundial, a equipe brasileira busca soluções para um desempenho melhor em 2019.


O consagrado time brasileiro, de tantas conquistas, passa por um momento de reformulação, a começar pelo comando técnico, agora nas mãos de Renan Dal Zotto sucessor de Bernardo Resende, o Bernardinho, que por 16 anos esteve à frente da seleção. Renan fez parte do time que conquistou a medalha de prata nos jogos olímpicos de Los Angeles em 1984, a famosa “geração de prata”.


Dentro de quadra, a renovação se faz ainda mais presente, nomes como os ponteiros Leozinho, Douglas e Victor, o central Otávio, e o líbero Thales, passaram a integrar a seleção, mesclando a juventude com a experiência de atletas consagrados como o levantador Bruninho, o oposto Wallace e o meio de rede Lucão. Essa equipe irá encarar competições duríssimas em 2019, entre elas a Copa do Mundo, torneio qualificatória que dá vaga direta para os jogos olímpicos de Tóquio em 2020, e que terá a participação de 12 equipes disputando o troféu por pontos corridos. O Brasil possui dois títulos na competição, conquistados em 2003 e 2007.


Além da Copa do Mundo, a equipe brasileira disputará a Liga Mundial, competição anual realizada desde 1990 e que tem o Brasil como maior vencedor com 9 títulos, o último deles vencido em 2010. de lá pra cá, nossa seleção conquistou o segundo lugar em cinco oportunidades, 2011, 2013, 2014, 2016 e 2017, o que mostra a importância de voltar a vencer para assegurar a hegemonia do Brasil no torneio.


Nos últimos anos, algumas seleções se tornaram uma pedra no sapato do time brasileiro exemplos de Polônia e França, duas equipes que conseguem manter um excelente nível de jogo no decorrer de toda a partida, dificultando qualquer reação por parte de seus adversários. Os poloneses contam com o atacante Kubiak, um dos melhores jogadores do ano, que aterrorizou o Brasil virando todas as bolas na final da última edição do Mundial de Vôlei. Do lado francês, destaque para o ponteiro Earvin N’Gapeth, melhor jogador da Liga Mundial de 2017, e que também teve liberdade para atacar contra a seleção brasileira.


Em 2019, o Brasil, caso chegue às finais das competições, fatalmente irá enfrentar alguma destas seleções, o segredo para a vitória depende da capacidade do time brasileiro em anular as jogadas destes atletas, o que não funcionou no ano de 2018. Nossa seleção tem qualidade para levar o Brasil de volta ao lugar mais alto do pódio, basta identificar os erros cometidos nos últimos campeonatos para melhorar o desempenho do time em quadra, assim poderemos soltar novamente o grito de campeão, fazendo a alegria do torcedor brasileiro.


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