• Bruno Guerra

SELEÇÃO FEMININA DE FUTEBOL DOS EUA PROCESSA FEDERAÇÃO


Foto: (Franck Fife/AFP/Getty Images)

As jogadoras da seleção de futebol dos Estados Unidos entraram na Justiça nesta semana contra a USSF, Federação Norte-Americana de Futebol. O motivo da ação é devido a busca por igualdade salarial e também nas oportunidades.


Craques como Megan Rapinoe, Alex Morgan e Carli Lloyd criticaram a desigualdade em premiações e as condições de trabalho oferecidas.

As atletas acusam a USSF de “institucionalizada discriminação de gênero”, o que inclui o fato de elas não receberem os mesmos salários que os jogadores da seleção masculina.


O processo aponta que se em um ano a seleção feminina vencesse 20 amistosos, as jogadoras receberiam um salário máximo de US$ 4.950 por jogo, enquanto o time masculino (com a mesma quantidade de amistosos vencidos), cada jogador receberia US$ 13.166 por partida.


Além disso, na Copa de 2014 a Federação deu um bônus de US$ 5,4 milhões para a equipe masculina (eliminada nas oitavas de final) e para seleção feminina, campeã do Mundial em 2015, deu um bônus de apenas US$ 1,72 milhão.


De acordo com as atletas, os problemas afetam não apenas seus ganhos, mas também as condições de treino, os tratamentos médicos, as orientações que recebem e as condições de viagem para os jogos.


E vale lembrar que a seleção feminina dos EUA é uma das mais fortes da modalidade e ao longo dos anos teve diversas conquistas, como o tricampeonato Mundial (1991,1999 e 2015) e cinco medalhas nos Jogos Olímpicos, sendo quatro ouros e uma prata.


A Federação ainda não se pronunciou sobre o caso.


E você, torcedor, o que achou dessa decisão das jogadoras?

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